Ansiedade
Preocupação persistente, tensão corporal, crises de ansiedade e sintomas físicos que interferem na rotina e no sono.
Acompanhamento médico em psiquiatria integrativa e medicina canabinoide para ansiedade, depressão, insônia, burnout e dor crônica. Cada plano terapêutico é construído com escuta atenta, tempo adequado e decisões compartilhadas.
Comece por aqui
Prolongar a expiração é uma das formas mais simples de reduzir a ativação do estado de alerta. Acompanhe o círculo: inspire em quatro tempos, segure quatro, solte em seis. Três ciclos costumam ser suficientes para notar diferença na tensão do corpo.
Esta é uma prática de autocuidado — não substitui avaliação, diagnóstico ou tratamento. Se a ansiedade, a insônia ou o cansaço são frequentes e atrapalham sua rotina, vale conversar com um médico. Sentindo tontura, interrompa e volte a respirar naturalmente.
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Sobre o médico
CRM-RS 62623
Acredito que um cuidado de qualidade começa pela escuta. Cada paciente possui uma história, necessidades e objetivos próprios, e o tratamento deve respeitar essa individualidade, sempre fundamentado nas melhores evidências científicas disponíveis.
Minha formação médica foi construída com ampla vivência em múltiplos cenários. Durante minha formação, atuei na emergência médica e na maternidade do Hospital de Clínicas de Passo Fundo, além de vivenciar a rotina do Hospital Psiquiátrico Bezerra de Menezes e o atendimento médico em unidade prisional.
Essas experiências me permitiram conhecer diferentes realidades e compreender que, por trás de cada diagnóstico, existe uma história que precisa ser escutada e compreendida.
Meu foco é identificar os cenários mais graves da sua vida, te apresentar esses desafios com clareza e começar a ganhar essa luta um a um.
Minha prática clínica é guiada por raciocínio baseado em evidências e atualização contínua, seguindo recomendações de instituições nacionais e internacionais, buscando oferecer tratamentos seguros, individualizados e alinhados às melhores diretrizes científicas.
Também utilizo a tecnologia como ferramenta de cuidado, auxiliando o paciente ao longo do tratamento, integrando-o ao seu próprio processo de saúde e permitindo a construção de um histórico de resultados e evolução clínica. A tecnologia não substitui a relação médico-paciente — ela amplia a capacidade de acompanhar, organizar e compreender essa trajetória.
Tenho especial interesse em Saúde Mental e Medicina Canabinoide, áreas nas quais busco integrar conhecimento científico, avaliação clínica criteriosa e acompanhamento próximo do paciente. Além da prática médica, participo de pesquisas voltadas ao desenvolvimento de novas terapias para depressão utilizando compostos de origem vegetal e de estudos que investigam fatores ambientais relacionados à saúde mental, reforçando meu compromisso com a inovação e a medicina baseada em evidências.
Durante minha formação, também participei de projetos voltados à educação em saúde e atuação social, incluindo atividades desenvolvidas em parceria com a Prefeitura de Passo Fundo e experiências de atendimento médico em unidade prisional.
Essas vivências ampliaram minha compreensão sobre os diferentes contextos sociais que influenciam a saúde e reforçaram a importância de um atendimento médico que enxergue o paciente para além da doença.
Entre os temas abordados em projetos de educação em saúde estiveram violência contra a mulher, prevenção de infecções sexualmente transmissíveis, gestação na adolescência e os impactos do uso excessivo de telas.
“Meu compromisso é oferecer um atendimento humanizado, ético e acolhedor, em que cada decisão terapêutica seja construída de forma compartilhada, respeitando as necessidades, expectativas e objetivos de cada pessoa.”
O propósito é proporcionar um cuidado integral, contribuindo para mais qualidade de vida, equilíbrio emocional e bem-estar, sempre dentro dos princípios da medicina baseada em evidências.
Áreas de atuação
Cada quadro exige avaliação individual. Ao lado, as principais demandas atendidas — sempre com diagnóstico clínico cuidadoso antes de qualquer proposta terapêutica.
Medicina canabinoide
A medicina canabinoide estuda o uso de substâncias derivadas da planta Cannabis sativa e sua interação com o sistema endocanabinoide humano — presente no sistema nervoso central e periférico, com participação na regulação da dor, do sono, do humor, do apetite e da resposta inflamatória.
O sistema endocanabinoide é uma rede de receptores e moléculas distribuída por praticamente todo o corpo. A função descrita na literatura é de modulação: ele ajusta a intensidade de sinais que já existem — dor, sono, apetite, humor, resposta imune — em vez de simplesmente ligá-los ou desligá-los.
Conhecer o sistema não define indicação de tratamento. Isso depende de avaliação clínica individual.
Receptor mais abundante no sistema nervoso central, também presente em tecidos periféricos. Participa da modulação da percepção de dor, do ciclo de sono, do apetite, do humor e de processos ligados à memória.
Mais expresso em células do sistema imunológico e em tecidos periféricos. Está associado à modulação da resposta inflamatória.
Não faz parte do sistema endocanabinoide, mas é um dos alvos mais estudados do CBD, que age nele como agonista parcial. É por esse caminho que se investiga parte do efeito sobre ansiedade.
Vale a distinção: o mecanismo é diferente do dos antidepressivos que atuam na recaptação de serotonina — e uma coisa não substitui a outra.
Ligado à percepção de dor e de temperatura. É ativado tanto pela anandamida, produzida pelo próprio corpo, quanto pelo CBD — um dos motivos pelos quais esse sistema é estudado em quadros de dor crônica.
Agonista parcial de CB1 e CB2. A ação no CB1, abundante no sistema nervoso central, é o que produz o efeito psicoativo — e também o que exige mais critério.
Entre os efeitos indesejados descritos estão ansiedade, taquicardia e prejuízo cognitivo agudo. Há cautela adicional em adolescentes, em gestantes e em pessoas com história pessoal ou familiar de transtornos psicóticos. Dose, proporção e via de administração mudam bastante esse perfil — por isso é decisão médica, caso a caso.
Tem baixa afinidade direta pelos receptores CB1 e CB2. Age principalmente modulando o sistema de forma indireta e atuando em outros alvos, como 5-HT1A, TRPV1, PPAR e GPR55.
Não produz o efeito psicoativo do THC, mas não é isento: pode causar sonolência, alterações gastrointestinais e interações medicamentosas relevantes, já que compete pelas mesmas enzimas hepáticas de vários remédios de uso contínuo.
Toque nos pontos para explorar
A conduta é orientada por literatura científica revisada, diretrizes de sociedades médicas e pela regulamentação vigente no Brasil. O grau de evidência varia conforme a condição clínica, e essa diferença é explicada ao paciente durante a consulta.
Avaliação de histórico clínico, comorbidades, medicações em uso e possíveis interações medicamentosas. Efeitos adversos, contraindicações e cuidados — como o uso em gestantes, lactantes e pessoas com determinadas condições cardiovasculares ou psiquiátricas — são discutidos abertamente.
Não existe protocolo único. A escolha da formulação, da proporção entre compostos, da via de administração e da posologia é definida caso a caso, com ajustes graduais e reavaliação periódica da resposta clínica.
Em situações específicas, geralmente quando há resposta insuficiente ou intolerância a tratamentos convencionais — como em alguns quadros de dor crônica, distúrbios do sono, ansiedade e outras condições neurológicas ou psiquiátricas selecionadas.
A prescrição só ocorre após consulta, exame clínico e análise do conjunto de informações do paciente. Nenhum tratamento deve ser iniciado, alterado ou interrompido por conta própria ou por indicação de terceiros.
Quando um tratamento é iniciado, o seguimento é parte essencial do processo: monitoramento de resposta, tolerabilidade, ajuste de doses e revisão do plano sempre que necessário.
Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e não substitui a consulta médica. Os resultados variam de pessoa para pessoa e não há garantia de resposta terapêutica. A prescrição de produtos derivados de cannabis no Brasil segue as normas da Anvisa e as resoluções do Conselho Federal de Medicina.
Como funciona
Um percurso claro, sem surpresas. Você sabe o que esperar de cada etapa.
Encontro inicial com tempo dedicado à sua história: queixa principal, evolução dos sintomas, sono, rotina, contexto de vida, antecedentes pessoais e familiares, tratamentos já realizados e medicações em uso.
Análise clínica cuidadosa, com uso de instrumentos de avaliação quando indicados e solicitação de exames complementares se necessário. É o momento de esclarecer hipóteses diagnósticas e responder às suas dúvidas.
Construção conjunta de um plano individualizado, que pode incluir medidas não farmacológicas, mudanças de rotina e sono, tratamento medicamentoso convencional e, quando pertinente, terapia canabinoide — sempre com explicação sobre objetivos esperados, possíveis efeitos adversos e alternativas disponíveis.
Retornos programados para avaliar a evolução, ajustar condutas e revisar o plano. O tratamento é dinâmico: muda conforme a sua resposta e conforme as suas necessidades ao longo do tempo.
Diferenciais
Consulta com tempo adequado, sem pressa, em ambiente reservado e respeitoso. A pessoa vem antes do diagnóstico.
Condutas fundamentadas em literatura científica atualizada e em diretrizes reconhecidas, com clareza sobre o que se sabe e o que ainda está em estudo.
Nada de fórmulas prontas. O plano considera diagnóstico, preferências, contexto de vida, tolerabilidade e objetivos combinados com você.
Espaço para relatar o que importa, com perguntas abertas e devolutivas claras. Entender é parte do tratar.
Estudo contínuo em psiquiatria, terapias integrativas e farmacologia dos canabinoides, acompanhando a evolução das evidências e da regulamentação.
Retornos programados, revisão de condutas e integração com outros profissionais envolvidos no seu cuidado.
Dúvidas frequentes
A primeira consulta é dedicada a conhecer a sua história clínica e o seu contexto de vida. São avaliados sintomas, evolução do quadro, sono, rotina, antecedentes pessoais e familiares, tratamentos anteriores e medicações em uso.
Ao final, são apresentadas as hipóteses diagnósticas e as possibilidades terapêuticas, com espaço para perguntas. Traga exames recentes, receitas e relatórios de outros profissionais, se houver.
Não. A terapia canabinoide é uma entre várias possibilidades e só é considerada quando há indicação clínica, após avaliação individual. Muitos casos são conduzidos com abordagens convencionais, medidas não farmacológicas ou combinação de estratégias.
A decisão é sempre compartilhada e baseada em critérios médicos, nunca em pedido prévio.
Sim, dentro das regras vigentes. A Anvisa regulamenta a comercialização de produtos derivados de cannabis e a importação para uso próprio mediante prescrição médica. O Conselho Federal de Medicina estabelece as condições para a prescrição.
Durante a consulta, os trâmites aplicáveis ao seu caso são explicados em detalhe.
Varia conforme a condição clínica, a estratégia adotada e as características de cada pessoa. Não é possível prometer prazos, resultados ou garantia de melhora — qualquer afirmação nesse sentido seria imprecisa e contrária à ética médica.
O que se pode assegurar é acompanhamento próximo, com reavaliações periódicas e ajustes sempre que necessário.
Não interrompa nenhuma medicação por conta própria. Alterações de dose ou suspensão devem ser feitas apenas sob orientação médica, de forma planejada, considerando riscos de recaída e sintomas de retirada.
Leve a lista completa dos medicamentos e suplementos em uso para a consulta.
Todo tratamento — convencional ou canabinoide — pode apresentar efeitos adversos e possui contraindicações. Por isso a avaliação médica é indispensável e o acompanhamento é contínuo.
Os riscos, benefícios esperados e alternativas são discutidos antes do início de qualquer conduta, para que a decisão seja realmente informada.
As modalidades disponíveis, a duração das consultas e os valores são informados no momento do agendamento. A telemedicina, quando utilizada, segue as normas do Conselho Federal de Medicina.
As informações compartilhadas são protegidas pelo sigilo médico e tratadas conforme a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei nº 13.709/2018). Os dados compartilhados pelos canais de contato são usados exclusivamente para responder à sua solicitação e viabilizar o agendamento.
Consulte a Política de Privacidade e o Aviso de LGPD no rodapé para detalhes sobre finalidade, retenção e seus direitos como titular.
Próximo passo
Se você convive com ansiedade, insônia, desânimo persistente, exaustão ou dor crônica, entender o que está acontecendo já é um começo — e isso pode ser feito no seu tempo, com informação clara e sem pressa.